domingo, 17 de abril de 2016

A singular Praia do Rosa

Olá, hoje dividiremos com vocês nossa passagem pela Praia do Rosa e seu aconchegante e rústico vilarejo, localizado no belíssimo estado de Santa Catarina e próximo à capital.

Aterrissamos em Floripa e de lá alugamos um carro. Partimos então em direção ao nosso destino, percorrendo em torno de 80 km. Na chegada vimos casinhas rústicas e ruas de pedra, além de um público de surfistas e adolescentes em sua maioria. 

A vila é marcada por lojinhas interessantes e hippies vendendo seus próprios artesanatos, completando o estilo alternativo do local. Ao redor, ruelas de terra levam a restaurantes bastante atrativos e pousadinhas mais que charmosas. Uma delas termina na praia principal.

Casas de veraneio

A vila e suas lojinhas
Hospedamos na romântica Pousada Rêmora, localizada no topo da região, o que proporciona uma vista de tirar o fôlego. O café da manhã é uma delícia, a piscina tem borda infinita e os quartos são bem confortáveis. Ai, ai...vontade de ficar por ali mesmo. E por falar nisso, a verdade é que com todo aquele cenário, descer para a praia era a última opção.

Quarto super confortável

Vista para o mar

Piscina deliciosa, onde bons drinks eram servidos

Área da piscina

Cenário encantador

Pôr do sol visto da pousada
No primeiro dia jantamos deliciosamente no charmoso bistrô Pedra da Vigia. Foi uma noite muito agradável e romântica. 

O filé ao molho de mostarda djon com gratin de batatas foi uma ótima pedida. A carne estava suculenta e o molho saboroso, combinando perfeitamente com o gratin. E para fechar, uma sobremesa bem saborosa.



Petit Gateau branco
No dia seguinte fomos até a praia, mas a ida de carro foi um caos pelo fato de estarmos em época de carnaval. A rua que dá acesso é estreita e, quando um carro vem no sentido contrário, é uma luta. Sem falar na falta de vaga e na exploração dos estacionamentos, que podem chegar a um preço de 50,00 a diária. Portanto, a melhor forma para ir à praia é caminhando.

O tempo não favoreceu muito e, por isso, o dia não rendeu boas fotos na praia. Escolhemos uma das barracas e alugamos um conjunto de espreguiçadeiras e guarda- sol. O público era de jovens em sua maioria.

Praia do Rosa: família, surfistas e jovens

O restaurante da linda pousada Solar do Mirador foi o escolhido da noite. Com especialidade em culinária brasileira, o Urucum oferece pratos bem elaborados e saborosos. 

Para entrada, ostras fresquinhas e casquinha de siri agradaram muito. E como prato principal pedimos bobó de camarão e moqueca, sendo ambos muito gostosos. 

Piscina e o restaurante ao fundo. Ambos de frente para o mar.

Ostras fresquinhas

Bobó de Camarão

No dia seguinte, seguimos para a Praia da Ferrugem, localizada a 12 km da Praia do Rosa e pertencente ao município de Garopaba. Considerada uma das mais badaladas da região, a praia possui um mar de águas claras e ondas fortes. O clima animado e descontraído nos proporcionou um dia bastante agradável.


Na volta almoçamos no Sapore di Pasta, um restaurante italiano localizado na Pousada do Buganville. Vivemos uma excelente experiência gastronômica não somente pelo delicioso prato principal (o melhor parpadelle com funghi e camarão que já comi), mas também pelo cenário. 

Nossa mesa tinha uma vista linda voltada para o mar

Maravilhosa massa com funghi e camarões

O restaurante Tigre Asiático foi o escolhido no próximo dia. Localizado na rua principal do centrinho, sua decoração temática proporciona um clima único. O atendimento não foi dos melhores, mas os pratos estavam saborosos.

Um dos ambientes do restaurante

Camarões empanados com coco ralado

Combinado 
Logo ao lado, uma linda loja de luminárias fofas e objetos orientais nos chamou atenção, merecendo um registro. Nas proximidades há outras lojinhas, sorveterias e bares que compõem o centrinho da Praia do Rosa. 


E assim fechamos a última noite do nosso carnaval. Romantismo na hospedagem, boa gastronomia nos restaurantes e badalação na praia são os adjetivos deste delicioso destino catarinense!

B.Jus

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Réveillon em Buenos Aires no Hilton Hotel

Antes da viagem, pesquisando sobre a virada do ano, tudo que lia a respeito dizia que a comemoração na capital argentina não era muito animada. Mas ao contrário dos depoimentos, tivemos uma festa maravilhosa e divertida. Por isso, dedico este post a esta noite especial de réveillon na cidade.

O Hilton Hotel fica localizado em Puerto Madero, próximo às atrações da região. Quando chegamos, antes mesmo de entrarmos, o amplo hall chamou atenção, juntamente com o vai e vem de funcionários organizando a festa e o movimento de hóspedes curiosos. 



Hall de entrada do hotel Hilton
Após o check-in, deixamos as malas no quarto. E falando nisso, a acomodação é ampla, bastante confortável e o colchão é divino. 



Em dezembro, o clima em Buenos Aires é bastante quente e, com o céu tão azul daquele dia, um banho de piscina no hotel seria o melhor programa. Entre um drink e outro na piscina, cada hóspede se preparava para a noite de alguma forma. Academia cheia, salão de beleza e spa também. 


E eis que chega a hora de descer para a festa. Da porta do quarto já dava pra ver lá embaixo o quanto a decoração estava linda. Fomos recepcionados por um trio de músicos que tocavam violino e violoncelo e, em seguida, direcionados a nossa mesa. 





Logo à frente estava o palco, onde aconteceram apresentações de duas bandas e um dj, todos muito animados! 




Com relação aos pratos, quase nenhum deles agradou, pois os ingredientes, como eucalipto, maionese de soja, queijo de cabra e outros tantos exóticos não superaram as expectativas e, assim, o sabor decepcionou. Os doces também estavam sem graça, exceto os da última foto (panetone e chocolates). 

Salmão curado com crocante de pão e mingau de milho. 

Queijo de cabra, alcachofra e pinhões tostados

Carne de cabrito com creme de grão de bico e gergelim

Espuma de amêndoa e sorvete de coco.


Na virada, a poucos passos do hotel, fomos para as margens do rio da Prata ver os fogos com vista para a Puente de la Mujer. 



Alguns minutos depois, voltamos para a festa do hotel, que deu continuidade na animada boate, onde foram servidos drinks à vontade. Abaixo, um pequeno vídeo daquela noite.

video

E assim terminamos esta postagem! Recomendamos demais a festa de réveillon do Hilton por ser um programa diferenciado, sofisticado e super organizado em Buenos Aires, juntamente com as atrações musicais. 

B.Jus




segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Um roteiro de seis dias em Buenos Aires


Olá!! A seguir, contaremos sobre um roteiro especial em Buenos Aires, onde passamos a virada do ano em alto estilo. Confesso que a segunda vez na capital Argentina rendeu belíssimas impressões, diferente da primeira, quando desembarcamos de navio e fizemos somente aqueles programas turísticos em tempo curto. 

Hospedamos em dois hotéis, sendo as quatro primeiras noites no Dazzler Recoleta e as três últimas no Hilton, localizado em Puerto Madero. Escolhemos dividir porque passamos o reveillon no segundo e soubemos que conseguir táxi nesta noite seria muito difícil, além da excelente estrutura e conforto. O Dazzler foi selecionado para que pudéssemos passear sem pressa por um dos bairros mais charmosos da cidade e pela ótima localização para visitarmos algumas atrações.

Fachada do Dazzler

Lobby do hotel

Primeiro Dia:

Chegamos durante o dia e pegamos um táxi até o hotel. Almoçamos no restaurante italiano Piegari, mas chegamos quase na hora de fechar. As massas são boas, mas nada de muito especial. Pedimos gnochi e ravioli, que vieram muito bem servidos. 



Para a sobremesa preferimos os doces da loja Havanna, situada logo em frente ao restaurante e, depois, seguimos sem pressa pela charmosíssima Avenida del Libertador, até pararmos no shopping Patio Bullrich, enriquecido por lojas de grifes, como Salvatore Ferragamo, Omega e Hugo Boss.



Patio Bullrich

Mais tarde, a poucos passos do hotel, no shopping Recoleta Mall, fomos matar as saudades das gordices do Friday's, já que em Beagá fechou há um bom tempo. Entre drinks e petiscos variados, a noite foi super agradável.




Segundo Dia:

No dia seguinte, a programação era visitarmos a famosa e tradicional feira de San Telmo, onde são expostos à venda artesanatos típicos, souvenirs e artigos usados, como cristais e peças em prata que podem valer muito a pena. Começamos pela rua Humberto Primo e, no caminho, entramos na singela paróquia San Pedro de Gonzales Telmo, o santo padroeiro dos homens do mar e dos barqueiros. 


Fachada da Paróquia San Pedro



Souvenirs em homenagem à Mafalda


Cristais à venda


Feira de San Telmo

Charmoso carrinho de mate

De lá, passamos pela Calle Defensa, entramos em uma charmosa galeria, ao lado do Vitelli Bar, e seguimos até a estátua da Mafalda, onde havia fila para sentar ao lado da simpática personagem para tirar fotos. Nem pensamos em ficar ali no sol quente esperando nossa vez. Acionei o zoom da máquina e registrei a personagem enquanto o banquinho estava vazio, esperando pelo próximo turista da fila. 

Galeria na Calle Defensa

A famosa Mafalda

Depois seguimos para um almoço especial no restaurante clássico La Cabrera, onde fomos atendidos por simpáticos garçons e comemos deliciosamente bem. Iniciamos com o couvert, composto de pães e pastas. Para o prato principal a pedida foram os cortes ojo de bife e chorizo, acompanhados de saborosas batatas e diversos itens trazidos em mini panelinhas. Um charme!




Papas fritas

Deliciosos acompanhamentos

No mesmo dia, passamos em frente ao Planetário que, infelizmente estava fechado para reformas, caminhamos pelos bosques de Palermo e depois no Jardim Japonês. O Planetário Galileo Galilei é o centro de informações astronômicas de Buenos Aires e abriga uma coleção de meteoritos do norte do país. Sua cúpula possui 20 metros de diâmetro e reproduz o universo com 8.900 estrelas, planetas e satélites.

Planetário

Bosques de Palermo
Como parte da área dos Bosques de Palermo, o Jardim Japonês ocupa uma área de 2 hectares e, além de flores e plantas que reproduzem os jardins do Japão, possui centro cultural, restaurante, loja de souvenirs e uma interessante estufa de bonsais. Tudo criado pela Embaixada Japonesa na década de 70.


Jardim Japonês

A Puente di Dios ao fundo que, na cultura japonesa, representa a entrada para o paraíso
Para finalizar a tarde, a pedidos da nossa pequena sobrinha que ficou no Brasil, mas fez algumas encomendas, fomos conhecer a encantadora loja da Barbie, onde há espaço para festas, lanchonete, salão de beleza e diversos artigos para vestuário, além de uma exposição das antigas bonecas. Um mimo! 





A noite fomos  ao bar Puerto Zuelo, onde experimentamos drinks deliciosos preparados por um barman brasileiro. A escolha se deu depois de passarmos em frente um dia antes e o ambiente ter chamado atenção. O balcão de bebidas, além de lindo, possui uma infinidade de bebidas para todos os gostos. O cardápio é tão vasto que nunca vi nada igual e os petiscos também agradaram. 





Nachos 

Sanduíche de pão sírio com batatas chips


Terceiro Dia:

O terceiro dia foi marcado por um bate pernas intenso. O objetivo era fazermos compras, o que não foi muito bem sucedido, afinal já foi a época em que compensava muito comprar na Argentina e, atualmente, os preços estão bem similares aos do Brasil. Começamos pela rua Gurrunchaga, localizada na Vila Crespo, onde entramos na Lacoste e algumas lojas de multimarcas. De lá, seguimos até a Calle Paraguay, no Distrito Arcos, um outlet a céu aberto que também não compensou, com exceção da sensacional loja Winery, onde compramos alguns espumantes, vinhos e utensílios por preços bem convidativos.



Vinhos da Winery



Para o almoço, a escolha foi o Campo Bravo, um dos restaurantes do bairro Las Cañitas, localizado na rua Báez. O local chama atenção pelo charme das suas mesas externas, mas não nos surpreendeu, tanto pelo atendimento quanto pelo sabor dos pratos. Por indicação de alguns sites, a intenção era almoçar no Novecento, localizado na mesma rua, mas por ser um estabelecimento menos atrativo, seguimos a aparência e infelizmente optamos pelo Campo Bravo. 

Mais tarde, a um quarteirão do hotel, resolvemos experimentar as empanadas do Romário. Que delícia!!! A massa é macia e fresca. Para quem passar por ali perto, vale a pena provar.




Para a noite, escolhemos o badalado Bar Isabel, localizado em Palermo Soho. O local, um clássico dos moradores mais abastados da cidade, serve drinks deliciosos e pratos japoneses mega saborosos. O banheiro é um show à parte, onde há espelhos para todos os lados.


Iluminação do teto chama atenção, tornando um ambiente único

Prato japonês super bem feito e saboroso

Quarto Dia:


Começamos o dia no emblemático Caminito. Localizado no bairro La Boca, é um verdadeiro museu a céu aberto de casas coloridas com fachadas de latão. Em todos os cantos há lojinhas de souvenirs, roupas e artesanatos, além de típicas apresentações de tango em alguns restaurantes. 

O local, antes tomado por um canal que desaguava no rio, era chamado de "Puntin" (pequena ponte) e, com o tempo, foi abandonado. Até que vizinhos, dentre eles o pintor Quinquela Martín, recuperaram o lugar com o apoio do governo.




Era hora do almoço, mas como no fim da tarde iríamos participar do clássico chá no hotel Alvear, decidimos lanchar no Café Tortoni, inaugurado em 1858 por um imigrante francês e muito frequentado, na época, por pintores, escritores, músicos e jornalistas.

A fila estava um pouco extensa e esperamos pouco mais de meia hora. O lugar é realmente muito bonito, mas o atendimento deixou muito a desejar. Pedi uma salada um pouco sem graça e os demais um sanduíche que também não surpreendeu, mas os cafés estavam gostosos. 



Retornamos ao hotel e por lá descansamos um pouco até chegar a hora do tão esperado chá do Alvear, reservado antes da viagem através do site Restorando. Aliás, esse é um programa imperdível! 

O hotel, inaugurado em 1932 para receber visitantes europeus, possui ambientes lindíssimos em estilo Luis XIV e Luis XVI, inclusive o restaurante L'Orangerie, onde é servido o afternoon tea. Fomos super bem atendidos por simpáticos garçons de luvas brancas e uniformes impecáveis, que serviram bolos, mini patisserie, mini sanduíches e docinhos, acompanhados de espumante. A carta de chás era bem seleta e variada. Provamos alguns sabores exóticos e muito saborosos.

Para quem for a Buenos Aires e quiser curtir esta tarde única, os horários são de segunda a sábado de 16:30 às 19:00 hs e domingos de 17:00 hs às 19:00 hs. Chegue no horário para curtir ao máximo.







Da lá, pegamos um táxi e fomos conhecer a linda livraria El Ateneo, erguida sobre o antigo teatro Grand Splendido, motivo pelo qual é considerada uma das mais bonitas do mundo. Em uma das salas, que não é aberta à visitação, o famoso Carlos Gardel iniciou as gravações de suas músicas na data de 1920.

As belas varandas iluminadas, juntamente com o restante da arquitetura foram mantidas. O antigo palco do teatro, decorado com uma cortina vermelha de veludo entreaberta, deu lugar a um café, onde o leitor pode sentar-se na companhia de um bom livro. 




Mais tarde jantamos no sensacional Elena, restaurante localizado no hotel Four Seasons. Além do sofisticado ambiente, a comida é excelente. Foi lá que experimentamos o melhor bife de chorizo de toda a viagem! Realmente nos surpreendeu. 


Vitrine de carnes nobres do Elena

Entrada: deliciosa burrata

O protagonista da noite. Um chorizo surpreendente!

Quinto Dia:

Era dia 31 de dezembro, data do início da nossa estadia no Hilton Hotel em Puerto Madero. Mas antes, a poucos passos do Dazzler Hotel, passamos no cemitério Recoleta para conhecermos o túmulo da Evita Peron. Não que eu goste deste tipo de programa, mas já que faz parte da história da cidade e por ser uma famosa atração, resolvi dar uma espiada. O cemitério é realmente bonito e possui mausoléus de luxo que abrigam famílias importantes.

Evita Perón, conhecida como mãe dos pobres, conquistou o povo argentino com seu papel de primeira-dama do presidente da república Juan Domingo Perón, atuando fortemente na política. Sua morte provocada pelo câncer, aos 33 anos, gerou comoção nacional e seu velório durou 14 dias.




De lá, fomos almoçar no Pani, um bistrô decorado lindamente e super aconchegante. Indico mais para um café da tarde, cujo cardápio possui diversas opções, do que para almoço. O salmão com salada que experimentei até que estava saboroso, mas o ojo de bife nos decepcionou. 





Seguimos então para o Hilton Hotel, o qual será detalhado em postagem à parte, juntamente com a festa da virada.

Puerto Madero, antiga zona portuária que foi totalmente revitalizada, é uma região diferenciada de Buenos Aires, pois além de sua moderna arquitetura, está localizada às margens do rio da Prata, oferecendo ótimos bares e restaurantes, como o Cabaña Las Lilas, La Parolaccia e o El Mercado. Caminhar por ali e atravessar a Puente de la Mujer (Ponte da Mulher), projetada pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, é programa obrigatório. Foi o que fizemos no primeiro dia do ano.

Edifício Molinos Rio de la Plata, onde se localizam vários restaurantes


Puente de la Mujer

Puente de la Mujer
É também em Puerto Madero que se localiza a Fragata Sarmiento, embarcação que realizou 37 viagens pelo mundo entre 1889 e 1938, e tornou-se um museu das viagens e missões oficiais.

Fragata Sarmiento

Depois seguimos para o lindo Hotel Faena, onde conhecemos suas dependências e tomamos um drink em frente à disputada piscina. O hall de entrada é um caso à parte, esbanjando elegância e sofisticação, juntamente com o The Library Lounge, um espaço ricamente decorado, preenchido por sofás de couro, cadeiras de veludo e abajures vermelhos.

Hall do Faena

The Library Lounge
Além do restaurante El Mercado, também faz parte do hotel o Bistro Sur, decorado por Phillippe Starck na cor branca e com alguns detalhes em vermelho.

Bistro Sur


Badalada piscina do hotel Faena
Para a noite escolhemos a famosa Ásia de Cuba, bem ao lado do Hilton. O movimento não era grande porque nesta época os argentinos não permanecem na cidade, mas era o que queríamos mesmo, uma noite com pouco agito. Pedimos alguns pratos orientais e estavam bem saborosos.


Ásia de Cuba

Ambiente charmoso do restaurante

Um dos pratos pedidos: hot philadelphia
Sexto dia:

No dia seguinte, reservamos mesa no restaurante italiano Gioia, localizado no lindíssimo e ultra elegante hotel Park Hyatt. A vista para o jardim é encantadora, tornando o cenário especial. 


Interior do hotel
O dia quente estava propício para um rosé, que combinou perfeitamente com nossos pratos. A pedida muito bem acertada foi o gnocchi artesanal de batatas em formato triangular. Simplesmente divino!


Gnocchi de batatas

Risoto com alcachofras
De lá passamos com o pessoal no Teatro Colón, onde infelizmente não fizemos o tour devido ao tempo na fila de espera. O local é a mais importante sala de ópera do país, com elevado nível arquitetônico e acústico, comparado aos grandes teatros europeus.

A poucos minutos de caminhada, entramos na clássica Galerias Pacífico, onde já compensou fazer compras. Hoje não mais, pois os preços são similares aos do Brasil. Declarada Patrimônio Histórico Nacional, o shopping possui uma arquitetura única, com grande valor artístico, juntamente com seus murais.

Fachada do Teatro Colón
Galerias Pacífico: as imagens do teto são verdadeiras obras de arte


De lá, pegamos um táxi até a bela Casa Rosada, sede da Presidência da República, localizada em frente à Plaza de Mayo. O local é patrimônio nacional, abriga também o Museu da Casa do Governo e possui um rico acervo de pinturas e esculturas. Para quem tiver um tempinho a mais, vale a pena uma visita em seu interior.


Casa Rosada
Encerramos nosso último dia assim, sob o céu azul e com grandes expectativas para o novo ano. 

Até a próxima! E não se esqueçam de acessar o blog brevemente para saber tudo sobre a festa da virada no Hilton Hotel.

B.Jus