segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Gastronomia em BH: parte III

Olá, viajantes! Há um bom tempo não postava sobre a gastronomia da minha querida Beagá. E por falar nisso, estava dando uma lida nos outros posts sobre o assunto e informo a vocês que alguns restaurantes encerraram suas atividades. São eles: O Dádiva (que deu lugar ao Olga Nur), Atlântico (tinha como especialidade peixes e frutos do mar) e o Sorriso (uma pena porque os risotos eram muito bons).

Hoje contarei um pouquinho para vocês de alguns famosos restaurantes, a começar pelo melhor na categoria "cozinha baiana", o Alguidares.


Alguidares

Este é o um dos meus restaurantes preferidos daqui. Os garçons, com bermuda e camisa floral, e as garçonetes, vestidas de baianas, fazem o diferencial no atendimento. E a comida nem se fala! Meu prato favorito é o bobó de camarão, que é super cremoso, vem acompanhado de farofa e arroz branco. 

Para abrir o apetite peça de entrada os famosos acarajés, que são bem sequinhos, acompanhados de um suco de cajá. A sobremesa fica por conta do negão, um delicioso bolo gelado de chocolate com sorvete.

Detalhe do porta guardanapo com fitinhas do Senhor do Bonfim

Acarajés sequinhos e bem feitos



O melhor prato
Kei

Sou suspeita para falar porque gosto muito dos pratos do Kei e do ambiente também. Mas nunca peço o tradicional, como sashimis e sushis, e sim os combinados mais diferentes, como o Kei Fusion, que vem acompanhado de ingredientes como shimeji, farofinha de camarão e haddock defumado. Uma loucura de bom!

As robatas também fazem o maior sucesso. Dentre elas, ganha destaque a de salmão com queijo ou shimeji e a de queijo coalho com melaço.

Kei Fusion

Robata de salmão com queijo

Taste-Vin

Considerado um dos melhores restaurantes franceses de Belo Horizonte, o Taste-Vin tem como forte os mais variados suflês. Apesar de muito elogiados, bem como os demais pratos do restaurante, particularmente, eu não achei nada de extraordinário.

Iniciamos com o tradicional e saboroso couvert. Depois pedimos o suflê taste-vin, composto de camarões, queijo gruyère e champignon. Sinceramente, quase não vi os camarões. Reclamamos com o garçom e este chamou o proprietário, que justificou dizendo que são porcionados. Pensei: "Deviam então aumentar essas porções".

Um dos nossos amigos pediu o coelho ao molho de mostarda dijon e achou sensacional. No entanto, o atum selado que meu marido escolheu estava muito apimentado, o que fez perder um pouco o sabor do próprio peixe. Para sobremesa, os tradicionais profiteroles estavam muito saborosos.



Uma das diversas opções de suflê.

Atum

Profiteroles


Alma Chef:

É um restaurante muito bonito e agradável, mas também não nos encantou com relação aos pratos, exceto os churros no palito, que pedimos ao final, acompanhados de doce de leite. Estes sim estavam uma delícia.

Para iniciarmos, pedimos um bife de chorizo fatiado e acompanhado de molho chimichurri. Ninguém aprovou porque a carne não estava macia. Para o prato principal, a pedida foi um filé mignon com ovo trufado, acompanhado de farofa. A gema era crua, o que não me agradou. O purê de inhame fez as vezes da clara do ovo e estava gostoso. Com relação à carne, aprovamos a textura, mas a farofinha não fez muita diferença no prato.

No andar superior do restaurante, além de funcionar um empório para os amantes de carne e vinho, são realizados ótimos cursos de gastronomia. Para consultar a programação, acesse aqui.


Chorizo ao molho chimichurri

Filé mignon com ovo trufado

Palitos de churros com doce de leite

Por hoje é só! Bon apetit!

B.Jus

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